Ovar (119)
O concelho de Ovar dispõe de uma excelente localização e ótimas acessibilidades. Localizado no Distrito de Aveiro, ocupa uma posição excêntrica no litoral norte, ficando próxima dos maiores centros urbanos do Norte e Centro de Portugal – Porto e Aveiro. Este concelho tem uma área total de 160.64 Km2 e integra cinco freguesias: Cortegaça, Esmoriz, Maceda, Válega e União das Freguesias de Ovar, S. João, Arada e São Vicente de Pereira.
Substituindo um antigo concelho extinto, Ovar teve carta de foral dada por D. Manuel I, em 10 de fevereiro de 1514. Esta sempre foi uma terra de lavradores, pescadores, comerciantes e artesãos. Ovar conheceu os rumos da industrialização e urbanização a partir dos anos 50 do século passado. O seu desenvolvimento económico não perturbou os hábitos multisseculares, mantendo vivas as tradições do Cantar dos Reis, Procissões Quaresmais, festividades de verão e da grande festa popular do Carnaval.
O concelho de Ovar dispõe de um património natural riquíssimo, que vai desde a floresta, a Ria de Aveiro, até às praias. Ovar possui também um importante património arquitetónico e cultural, composto principalmente pelo azulejo e arte sacra e a nível gastronómico do afamado Pão de Ló de Ovar. Tudo isto está aliado à modernidade de uma rede de acessos privilegiada, várias zonas industriais, comércio e serviços, equipamentos desportivos de qualidade e de uma rede de ecopistas e ciclovias com mais de 40 km de extensão.
O vareiro José Fonseca foi o primeiro a partilhar os seus os seus vídeos com "Ondas da Serra". Neste seu trabalho estão algumas das suas gravações da noite de Reis do passado dia 06-01-2017 - Café Avenida - Ovar.
Em 29 de dezembro de 2016, o "À PALAVRA", no Museu de Ovar, ofereceu ao público as 51 capas da revista “Reis”, as letras e melodias da JOC/LOC e os testemunhos dos membros da equipa responsável por esta publicação anual ligada a esta trupe reiseira. Este encontro cultural contou com a presença do vice-presidente da Câmara Municipal, Domingos Silva, do presidente da União de Freguesias, Bruno Oliveira, e de Jorge Castro Ribeiro, da Universidade de Aveiro, coordenador da candidatura do “Cantar os Reis” a Património Imaterial de Portugal.
Filho de Manuel de Oliveira Pinto e de Rosa de Oliveira Ascensão, o Alberto “Pescador”, como é conhecido em Ovar, seu torrão natal, nasceu em 26 de outubro de 1941. Atualmente, ocupa o tempo a consertar redes, é figurante no Rancho Folclórico “As Morenitas” do Torrão do Lameiro, e ainda dá um ar da sua graça na Confraria Gastronómica de Ovar, onde é um afamado tocador de búzio.
Realizou-se no passado dia 06 Janeiro 2017, em Ovar, mais uma noite do Cantar os Reis. Nós assistimos à atuação de 11 troupes, que aqueceram a noite gélida com as suas vozes. Estes grupos foram caminhando pela cidade vareira, onde os esperava gente calorosa e respeitadora das tradições. Esta é uma antiga tradição vareira que recebeu em 2020, o título de Património Imaterial de Portugal. Na primeira semana de janeiro, as troupes de reis saem à rua em Ovar, para entoar canções, inspiradas nas tradições católicas, visitando os cafés, restaurantes, organismos públicos e alguns privados e passando pelo Centro de Artes, para saudarem o nascimento de Jesus, a visita dos Reis Magos, as pessoas e o novo ano.
A equipa Ondas da Serra possui em Ovar o grande amigo Fernando Pinto que acumula com as excelentes qualidades jornalísticas o dom da poesia e que brinca com as palavras duma forma singela e leve que utiliza para espelhar o seu amor pelo nosso MAR, RIA e OVAR. Neste vídeo efetuado por Ondas da Serra são retratados algumas cenas quotidianas da cidade vareira, as suas ruas históricas vestidas de azulejos, os seus jardins banhados pelo Rio Cáster e sol radioso no meio do chilrear dos pássaros, mas poeta é ele não somos nós que diz que “Ovar é um poema entre a Ria e o Mar”.
Ovar é conhecida pela “Cidade museu dos azulejos”, tendo sido feito um levantamento fotográfico dos azulejos das ruas mais antigas do centro da cidade. Esta arte representa uma parte importante da identidade vareira e a forma como os azulejos conferem à cidade de Ovar uma atmosfera especial, típica e bairrista, em contraste com os edifícios modernos, que podem ser muito funcionais e ter a sua beleza, mas que não representam a alma de um povo.
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