Distrito (72)
Numa viagem de bicicleta que fizemos por terra da Murtosa na tarde do dia 27 de abril, fomos encontrar junto às margens da Ria de Aveiro no Bunheiro, uma família a trabalhar à volta do seu barco de pesca “António Manuel”. Como somos curiosos fomos ver o que estavam a fazer e se nos queriam responder algumas perguntas. Aceitaram-nos muito bem e depressa se estabeleceu um dialogo caloroso, com fotografias pelo meio. O local onde trabalhavam no interior da embarcação, a posição dos barcos, as cordas entrecruzadas e a luz não eram os melhores, mas nem sempre é possível trabalhar com as condições ideais, mas achamos que o fundamental foi conseguido.
A Ria de Aveiro que banha esta parte do litoral também chega à Murtosa. Esta localidade possui excelentes condições para os amantes das caminhadas, pedaladas, simples observadores e pescadores. É um local bem iluminado, onde se faz sentir a ruralidade e o cheiro por vezes incomodativo dos fertilizantes naturais. É uma terra plana, cheia de canais, caminhos e recantos encantadores para descobrir.
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Norberto Lopes Pinto rumou ao continente africano para fazer voluntariado e reuniu as memórias de viagem no livro “Africa nos Sentidos”. Na próxima sessão do ciclo “Conversa com…” da Biblioteca Municipal, no sábado pelas 16h30, o autor vai partilhar as emoções, os perigos e as várias situações marcantes que viveu durante a viagem, que começou em Inglaterra e acabou na África do Sul. A entrada é livre.
A Banda de Música dos Mineiros do Pejão foi fundada em 1949, atualmente conta com 70 músicos, possuindo também uma escola de música com sede própria onde ensinam 50 alunos, orientados por 10 professores.
Há mais de 3000 veados a viver em estado selvagem na Serra da Lousã e áreas envolventes. Descendentes de cerca de uma centena de animais reintroduzidos na Serra no final dos anos 90, numa altura em que a espécie estava extinta na Lousã desde meados do século XIX, o balanço da reintrodução, coordenada pela Unidade de Vida Selvagem (UVS) do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro (UA), faz deste um dos maiores êxitos nacionais e europeus entre os programas de fomento e conservação da biodiversidade. Os biólogos envolvidos garantem que “o veado é hoje em dia, definitivamente, um ex-libris de toda a Serra da Lousã, tendo um forte potencial económico, cinegético e turístico”.
O número de visitantes nos monumentos e museus sob alçada da Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN) registou, durante o ano de 2016, uma subida de aproximadamente 82% em relação ao ano anterior. Um crescimento expressivo que acompanha a tendência verificada a nível nacional e que reflete o esforço de promoção e divulgação que tem vindo a ser desenvolvido pela DRCN.