No passado dia 29 de outubro, Ondas da Serra em parceria com o Espaço Yoga de Ovar, organizaram uma viagem entre Regoufe e aldeia mágica de Drave, localizadas em Arouca.

Os 8 km dos Passadiços do Paiva levaram a equipa do Ondas da Serra por paisagens de beleza intocável e deixaram uma certeza: a aventura começa no primeiro degrau e é diferente para todos os exploradores. Localizados na margem esquerda de um dos rios mais cristalinos de Portugal, o rio Paiva, os caminhos de madeira serpenteiam por encostas, águas bravas e praias fluviais.

A equipa do ONDAS DA SERRA foi até Vale de Cambra conhecer o novo Percurso Pedestre "VARANDAS DA FELGUEIRA (PR1)". Aquele Vale, na primavera, é realmente mágico... Nem o cinza do incêndio que devastou grandes áreas da serra, no verão de 2016, consegue esconder a alvura e o delicado aroma das cerejeiras em flor que embelezam o caminho.

Ondas da Serra regressou às montanhas desta vez andou pelos caminhos do PR1 em Varandas da Felgueira - Vale de Cambra, que faz parte das “Aldeias de Portugal”. Neste vídeo centrar-nos como habitualmente nas pessoas, nos rostos mais expressivos e nas historias de vida que fomos encontrando pelos caminhos de Felgueira, Carvalhal do Chão, Vilar de Cepelos e Viadal. O trilho está muito bem assinalado, contudo como ardeu muita floresta no verão passado, em alguns locais há poucas sombra em dias de muito calor.

No dia 07 de Abril 2017, a equipa "Ondas da Serra" aos primeiros raiares da madrugada, deixou as ondas da ria e do mar de Ovar, para rumar às montanhas mágicas de Vale de Cambra, aqui ficam um conjunto de fotografias que documentam a nossa passagem pelo PR1 - Varandas da Felgueira. Estas montanhas poderiam ser mais mágicas se muito do percurso não tivesse sido queimado pelos incêndios no verão do último ano.

O granito onde se insere a escola de escalada aqui apresentada enquadra-se geologicamente no denominado Plutão Granítico da Serra da Freita. Este corresponde a um corpo granítico, com uma orientação NW-SE, que intersecta, de forma mais ou menos descontínua, as rochas metamórficas do Super-Grupo Dúrico-Beirão (> 520 milhões de anos), correspondendo estas últimas a uma sequência alternante de xistos e grauvaques.