Um destes domingos com sol radioso fomos explorar a Pateira de Fermentelos ou de Espinhel como é também conhecida, localizadas em Águeda. Partimos à aventura em Oís da Ribeira, tendo começado o percurso junto ao seu parque de lazer. Como guia para a nossa caminhada seguimos o PR1, que passa também junto aos rios Cértima e Águeda.

Ondas da Serra partiu à descoberta um destes dias por terras de Vale de Cambra. Deixamos o carro em Rogê, perto do Centro Cívico e partimos para desbravar terrenos e procurar aventuras. Não fomos de caravela, nem navegamos numa nau, levamos a bicicleta, não levamos varapau. 

O Ondas viajou até Paraduça – Vale de Cambra, onde conhecemos alguma das suas gentes e moinhos de rodízio. Nesta aventura tivemos como guia o PR6 – Rota dos Moinhos, que está muito bem assinalado e aconselhamos vivamente. O tempo não esteve famoso, a chuva miudinha não parou de cair, o ambiente estava enevoado e esperamos em vão que o céu mostrasse o seu sorriso.

O Criador quando chegou a Pardilhó, deveria estar de bom humor, por ter feito tão bonita obra. As terras são baixas e de altitude quase constante, conhecidas por Marinhoas. Estes lugares perto do mar e da ria, formados por terrenos arenosos e aluvião, conferiram uma acentuada identidade regional a Pardilhó, Bunheiro, Murtosa, Monte, Veiros, Torreira e pedaços de Estarreja e Ovar.

Pardilhó é uma vila pertencente ao concelho de Estarreja, nascida junto à Ria de Aveiro, repleta de encantos e recantos que facilmente enamoram o visitante. Esta terra possui uma atmosfera especial, um tempo peculiar e gentes afáveis e trabalhadoras.

A margem esquerda do Rio Inha em Canedo foi requalificada, dotando agora aquela parte do rio com uma bonita frente ribeirinha com cerca de três quilómetros. Quem circular pela Estrada Nacional 222 entre Canedo e Castelo de Paiva, antes da Ponte do Inha, vira à direita e desce para a Rua da Ribeirinha, onde começa o percurso, que termina no Rio Douro.

Pub