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Conhecer (11)

Conhecer

Oliveira de Azeméis (OAZ) é uma cidade portuguesa, localizada no concelho homónimo, pertencente à unidade estatística Área Metropolitana do Porto(NUT III) da Região Norte (NUT II), a cerca de 208 metros de altitude e com pouco mais de 20 000 habitantes. A cidade estende-se pelo território da recém-criada freguesia de Oliveira de Azeméis, Santiago de Riba-Ul, Ul, Macinhata da Seixa e Madail, bem como São Roque (numa pequena extensão). Mercê da sua íntima ligação com o Porto e outros municípios nortenhos, é um dos três únicos concelhos da Beira Litoral que foi incluído na região Norte.

A riqueza da gastronomia portuguesa chega além-fronteiras e Oliveira de Azeméis junta-se, orgulhosamente, a essa reputação. Sobre a gastronomia oliveirense há que fazer referência a dois importantes aspetos.

Um dos propósitos do projeto “Ondas da Serra” é mostrar o rosto do povo e das nossas tradições. A nossa equipa andou em Ul - Oliveira de Azeméis e encontrou os seus habitantes atarefados com as suas lides agrícolas, domésticas ou apenas descanso. Aqui ficam alguns depoimentos destas simpáticas pessoas que estão sempre disponíveis para fazer um compasso de espera e contarem um pouco das suas vidas. É por esta razão que o campo atrai, longe do reboliço dos centros urbanos onde as pessoas cada vez se afastam mais.

O visitante que se desloque à aldeia de Ul em Oliveira de Azeméis, encontra perto da Igreja ao fundo do vale o Parque Temático Molinológico. Ondas da Serra esteve à conversa com o seu coordenador Hugo Pereira que não quis ser fotografado porque coloca a sua equipa em primeiro lugar.

A ADRITEM - Associação de Desenvolvimento Regional Integrado das Terras de Santa Maria, foi fundada em 16-10-2007, sendo composta por 4 elementos e tem como objetivo principal o desenvolvimento integrado da região de Terras de Santa Maria.

O Ondas da serra viajou até à aldeia de Vilarinho de São Luís – Palmaz – Oliveira de Azeméis, para percorrer o PR1, rota dos Espigueiros. Depois de termos viajado por umas estradas maltratadas, abriu-se à nossa frente um bonito vale, com a aldeia em cascata sobranceira à planície por onde sussurrava um rio. Desde logo constatamos que ali o som era diferente e o tempo alongava-se na eternidade dos momentos. O latir dos cães e o canto dos garnisés suavam mais límpidos e com outra sonoridade.

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