Arouca (57)

Arouca

Concelho situado no interior sul da AMP, Arouca assume a situação de fronteira entre o litoral e o interior e as Regiões Norte e Centro de Portugal. o vale de Arouca é circundado pela Serra do Gamarão a norte, pelo monte cónico da Mó a leste e pela Serra da Freita a sul, sendo atravessado pelo rio Paiva, um dos rios menos poluídos da europa.

O concelho de Arouca tem um notável património histórico e natural, destacando-se a esplendida cascata - Frecha de Mizarela e as Pedras Parideiras na serra da Freita, o Mosteiro de Arouca e o Geoparque de Arouca, Passadiços do Paiva, reconhecido pelo seu excecional património geológico de relevância internacional. Terra de tradições, Arouca apresenta uma gastronomia rica com iguarias únicas, desde a carne arouquesa aos doces conventuais.

Fonte: portal.amp.pt

Já estamos habituados que nas nossas caminhadas e explorações nos aconteçam as mais variadas peripécias. Na nossa viagem a Fuste – Moldes – Arouca, para trilhar o PR8 - Rota do Ouro Negro, aconteceu-nos algo especial.

Numa destas frias manhãs de outono deslocamo-nos ao lugar de Fuste, que pertence à freguesia de Moldes em Arouca. Chegamos ao local por uma estrada pequena em largura e condições. Os vales das serras ainda estavam cobertos pela neblina matinal, mas o sol prometia chegar por breves horas aos locais mais recônditos.

Diz-se muitas vezes acertadamente que a beleza e magia estão no olhar de quem observa, este verbo foi usado intencionalmente, porque observar é diferente de ver, assim como escutar é diferente de ouvir.

No passado dia 29 de outubro, Ondas da Serra em parceria com o Espaço Yoga de Ovar, organizaram uma viagem entre Regoufe e aldeia mágica de Drave, localizadas em Arouca.

Os 8 km dos Passadiços do Paiva levaram a equipa do Ondas da Serra por paisagens de beleza intocável e deixaram uma certeza: a aventura começa no primeiro degrau e é diferente para todos os exploradores. Localizados na margem esquerda de um dos rios mais cristalinos de Portugal, o rio Paiva, os caminhos de madeira serpenteiam por encostas, águas bravas e praias fluviais.

Outra das riquezas gastronómicas arouquenses, é a doçaria conventual e regional. Na doçaria conventual, cujos segredos de confecção ainda permanecem desde o tempo em que as freiras habitavam o Convento, temos as castanhas doces, o manjar de língua, as barrigas de freira, as roscas e charutos de amêndoa, as morcelas doces e a bola de S. Bernardo.